Paper: Ainda dá tempo de vencer pela lógica

Prezados Amigos,

Um “novo” Ministro da Saúde, sozinho, não fará verão… por mais bem-intencionado que seja! O Brasil foi longe demais na falta de seriedade e de ações competentes e efetivas no enfrentamento da pandemia do Coronavírus. Um ano se passou e estamos na pior situação da crise, que já deixou de ser sanitária e alcança todos os segmentos da sociedade.  Contudo, o pior ainda pode estar por vir. Com o recrudescimento de casos e mortes pelo COVID-19, nossos modelos apontam para o caos, com o possível colapso da saúde pública e o aprofundamento das dificuldades na economia. As consequências podem ganhar dimensão inimaginável com a aceleração do contágio e a falta de resultados das medidas de contenção organizadas pelos estados e municípios (e não lideradas pela União). A pandemia exige gestão em novo nível (integradas em um único sistema, novas estratégias) e um plano de choque!

Passou da hora da ação verdadeira. Não cabe mais o apelo vão à garantia das liberdades individuais ou a dubiedade quanto às constatações estatísticas, exemplos irresponsáveis do negacionismo. O impacto devastador dessa balbúrdia que se tornou o gerenciamento da crise causada pela pandemia do Coronavírus, em especial no nível federal, impõe uma solução estruturalmente lógica e ordenada, conduzida necessariamente sob comando estratégico centralizado. Uma padronização e um domínio de situação mínimos, com diretrizes básicas e pré-definidas, precisam ser impostos. Não é mais razoável tolerarmos desmandos e descontinuidades de precauções e atitudes mandatórias acerca de procedimentos que tenham vasta comprovação científica e de resultados incontestes mundo afora. A elaboração de um plano estratégico para a federação, com acompanhamento diligente das medidas táticas e operacionais, tornou-se obrigatório. Só assim, União, estados e municípios poderão atuar com total sinergia e otimização de procedimentos.

 

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