Prezado Sr.(a),

O Brasil caminha a passos largos para uma crise Institucional sem precedentes desde o início da Nova República. A velocidade galopante das intromissões, afrontas e desrespeitos de todos os lados indicam a necessidade imperiosa de arrefecimento dos ânimos, de serenidade e de juízo. Embora neste momento seja impossível e irrelevante resgatar a sequência de erros de cada Poder, recai nas mãos do Mandatário do País a responsabilidade de apaziguar a situação e recolocar o país ao menos em um cessar-fogo. Uma trégua. Isso significa, necessariamente, assumir a frente reconhecendo seus erros e convidar os chefes dos demais poderes para juntos, e em prol do Brasil, encontrarem o melhor caminho.

Não estamos em tempos normais, uma tempestade perfeita se forma e o maior prejudicado será o povo brasileiro mais humilde. Precisamos convocar os três poderes para, inequivocamente, demonstrar união e força – ainda que somente durante o período da pandemia -, definirmos alternativas menos dolorosas para a Nação. A sugestão de conclamação pode parecer ingênua e utópica, mas não parece restar outra para uma saída “harmoniosa”. O desfecho adverso nos levará, em qualquer hipótese cerebrina, a terríveis retrocessos econômicos e sociais.

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