Comentário Mensal – Set/18

2018-10-05T13:55:49+00:00 05/10/2018|Insitucional - Planner Redwood|

Prezado Sr.(a),

Acorda Brasil! O Gigante não pode mais ficar adormecido.

Estamos mais uma vez com a possibilidade de mudar os rumos do Brasil. Às vésperas de uma nova eleição para Presidente da República, assistimos a Nação por decidir entre o que se acostumou dizer-se de dois extremos, a se considerar as recentes pesquisas de opinião: de um lado o Partido dos Trabalhadores – PT (capitaneados pelo seu locutor maior, o condenado ex-presidente Lula) e de outro um Capitão da reserva (com seu vice, um também militar General da reserva, tidos como broncos e toscos). Para alguns uma escolha difícil, apostam ainda em uma terceira via, outros, por ideologia, oportunismo e até mesmo medo, preferem conceder o benefício da dúvida para o PT.

Na verdade, é claro que para qualquer escolha poderemos ter alguma frustração, mas uma coisa é escolher a certeza do fracasso, seja pelo aprofundamento de tudo o que assistimos nos últimos 14 anos e/ou da continuidade e da mesmice; e outra, é optar pela possibilidade do sucesso. A candidatura de “centro” nos leva ao continuísmo e a falta da imperiosa necessidade de ruptura com o status quo, como o toma-lá-dá-cá sob o manto do discurso de efetividade na condução e nas “habilidades” das políticas necessárias ao diálogo democrático e consequente boa gestão.

Pelo lado do aprofundamento de nossa crise, está a volta do PT. Sim, a julgar de suas propostas e plano de governo veremos muito mais do que vimos sob a condução de Dilma Rousseff, a catástrofe será definitiva. Por que? Pelo simples fato que seu track record é um desastre inconteste e, se eleitos agora, o povo estará legitimando todos os seus desmandos do passado e entregando uma carta em branco para futuras atrocidades – em todos os segmentos.

Por outro lado, a dupla Capitão-General com forte histórico “desenvolvimentista-nacionalista” aprende rápido e se adequa bem à única saída possível para o Brasil: o liberalismo. Nós precisamos nos dar o direito de, ao menos uma vez na vida, “experimentarmos” o que deu certo em países como Inglaterra e EUA. O Brasil já foi um “laboratório” de finanças de toda sorte, e das coisas inteligentemente pensadas – dessa linha de raciocínio – como o Plano Real, deu certo… portanto, outras de mesmo pensamento, também funcionarão. No campo político, entretanto, o PT é muito explícito no que pretende pela voz de um de seus expoentes: deseja-se “tomar o poder”. Nada mais anti-democrático, bronco e tosco. Trata-se da submissão do Estado e da Nação. Precisamos da higienização completa do que foi feito nos últimos 14 anos. A baixa competitividade de outras candidaturas no primeiro turno e redirecionamento desses votos em eventual segundo turno, pode colocar em risco o provável sucesso do Brasil e selar seu futuro. É imperioso se discutir a questão do voto útil, e sobretudo a mensagem de vitória no primeiro turno pode representar. O fato é que a frase que abre este Comentário traduz bem o momento que vivemos, e esperamos de última atitude do povo brasileiro: “Estamos no momento final”.

 

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