Carta Mensal – Abr/21

Prezado Sr.(a),

Nada mais salutar para a democracia do que a manifestação do povo. A mobilização nas ruas tem sido, no Brasil, um importante termômetro de insatisfação e expressão de desejos e aspirações. Mais do que isso, políticos tendem a “ouvir” a voz das ruas, ainda que de modo transverso e de curto prazo, porém com maior intensidade se próximos as eleições. O Presidente da República tem reiteradas vezes manifestado seu desconforto com os rumos e condutas das Instituições e solicitado apoio dos brasileiros. O mês de abril foi de organização e mobilização para que este sinal fosse dado em 1º de maio. Uma parcela importante respondeu a esse “chamado”, que reendossa o mandato conferido com sua eleição e o “reautoriza” aos seus compromissos Constitucionais.

Dentro dessa parcela estão ainda outros brasileiros de bem, simpatizantes que andam decepcionados com o desempenho do governo, mas que querem ver o Comandante-em-Chefe verdadeiramente trabalhar em linha para o que foi eleito. Neste sentido, essa turma espera não ver o descarrilamento total e a entrega do pleito de 2022 de bandeja para a esquerda e, por esse motivo, endossam esse movimento como um “pito” no Presidente, ou seja, cobram que o Mandatário de fato faça alguma coisa – dentro dos limites Constitucionais. Trata-se de um “novo” apoio que será cobrado pelos que aderiram, mas também, em caso de frustração de medidas corretivas, como um arsenal contra o governo. O medo é um bom sentimento que nos deixa absolutamente alertas, e assim deve ser interpretado este movimento pelo governo – o povo não é bobo.

 

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