Carta Mensal – Mar/21

Prezado Sr.(a),

O que se encerra na frase do ex-ditador Joseph Stalin? Qual a sua profundidade e relação com o que assistimos hoje sob a ótica do enfrentamento da pandemia no Brasil notadamente pelo governo federal? A resposta parece evidente, e ultrapassa os limites da sensatez. Não deveria importar o campo ideológico ou partido de preferência, a dura realidade dos cadáveres que passam dos 300 mil, deveria unir a todos contra essa situação. (Re) Conhecer essa verdade, em especial pelo principal mandatário do país, nos libertaria das trevas, do niilismo e da rigidez mental de assumir o óbvio.

A nossa estatística da pandemia é mais que uma tragédia múltipla, é uma hecatombe moral e uma vergonha que nos humilha à alma. Sua extensão alcança os limites da racionalidade humana, com a banalização de nosso maior bem – a vida – e a vulgarização que só mesmo um líder boçal ou psicótico poderia abraçar. Os reflexos dessa segunda onda da Covid-19 no Brasil podem ser muito mais profundos que a primeira, pode ser a pá de cal.

 

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