Prezado Sr.(a),

Finalmente chega ao fim o ano de 2020, mas nossas agruras continuam em todos os segmentos com enorme custo para a sociedade. Em verdade, afora (e em boa medida também por conta) a pandemia do Covid-19, encerra-se o segundo ano do mandato do Presidente Bolsonaro, marcado por uma mistura explosiva de incompetência administrativa, negacionismo generalizado de nossos problemas fundamentais e uma falta de planejamento de envergonhar o mais incauto dos gestores. Engana-se quem pensa que se trata apenas da Saúde. O alcance é amplo, geral e irrestrito, salvando-se apenas algumas poucas “ilhas de excelência”, como a Infraestrutura.

Assim, ao terminar o ano de 2020 sem maiores definições e realinhamento pragmático de suas promessas de campanha, Bolsonaro não nos inspira otimismo, infelizmente. Inúmeras promessas foram simplesmente “abandonadas”, tais como o apoio à Lava Jato, as Privatizações e as Reformas, e a repulsa a aproximações de grupos como o Centrão. Muito pouco se avançou. Imperou até agora a ideologia e com ela a paralisia de todas as nossas expectativas fundamentais. Resultado: uma debandada de profissionais competentes (em especial na Economia) absolutamente decepcionados.

 

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