Prezado Sr.(a),

A direção racional do governo precisa estar baseada em seus compromissos de campanha. Nada mais lógico e honesto, sobretudo para com aqueles que votaram acreditando nas promessas contidas no Plano de Governo e declarações públicas de seus projetos. Desvios e ajustes menores de rota são aceitáveis, desde que não comprometam a essência de seus propósitos. Os fundamentos que devem prevalecer são a confiança, o respeito, a responsabilidade e, sobretudo, a autoridade investida, sob pena de perda da “legitimidade” como líder eleito.

Obviamente, o desenvolvimento e efetiva implementação das promessas, em regra, não são definidos por prazos e sequenciamento, mas têm como premissas sua conclusão até o fim do mandato. Contudo, acompanhamento e cobranças devem ser levados a cabo durante todo o governo, para que se avalie sua coerência, compromisso e eventual extensão do prazo (reeleição) para finalização das promessas. Essa sintonia requer transparência e isenção, de modo a que contaminações populistas e oportunistas não obscureçam o panorama e ceguem os verdadeiros interessados.

 

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