Relatório Especial – IPO

Oportunidades no pós-pandemia
Voltamos ao ritmo de 2007?

O mercado de capitais volta a experimentaram grande interesse por lançamentos de ações com muitos processos em análise de empresas para abertura de capital (IPOs) e ofertas secundárias (Follow-ons), lembrando um pouco a euforia de 2007, ano de pico de lançamentos. A principal motivação para esse fluxo de operações foi a melhora no cenário econômico, com a queda da taxa Selic a partir da metade de 2019 de 6,50% para 2,25% na última reunião do Copom e um nível de inflação muito baixo e mostrando estabilização neste patamar. Além disso, as ações do Fed e do Banco Central Europeu tiveram um efeito positivo sob a ótica de injeção de liquidez nos mercados, refletindo nas mais importantes bolsas do mundo, trazendo maior apetite a risco com impulso comprador de vários fundos americanos e europeus.

O ano de 2020 desenhava um cenário apropriado para um grande movimento de novas empresas na bolsa, considerando o cenário macroeconômico favorável e a expectativa de retomada do crescimento na economia brasileira. O que caminhava para ser um momento parecido com a euforia de 2007 quando 63 companhias vieram a mercado captando recursos via abertura de capital, foi parcialmente interrompido pela Covid-19 na metade de março. Alguns processos que vinham sendo preparados, em fase final de análise na CVM, foram interrompidos e transferidos para 2021.

Até julho foram computados 22 processos em análise na Comissão de Valores Mobiliários CVM, para uma futura abertura de capital. Destas empresas, 11 já tem data para a estreia na bolsa ou estão em fase avançada de estudo. A outra metade teve o processo interrompido e adiado, principalmente pelas incertezas geradas pela pandemia. Outras 7 companhias iniciaram negociações na B3 até o mês de julho.


 

 

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